quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Quem é mais rico? Brasileiro x Americano


Carta recebida por Alexandre Garcia (Comentarista da Rede Globo). Envida por um amigo americano.


"Caros amigos brasileiros e "ricaços"", vocês basileiros pagam o dobro do que os americanos pagm pela água que consomem. Embora tenham água doce disponível, aproximadamente 25% da reserva mundial de água doce está no Brasil.
Vocês pagam 60% a mais na tarifas de telefone e eletricidade. Embora 95% da produção de energia em seu país seja hidroelétrica (mais barata e não poluente). Enquanto nós, pobres americanos, somente podemos pagar pela energia altamente poluente, produzidas por usinas termelétricas a base de carvão e petróleo e as perigosas unsinas nucleares.
E por falar em petróleo... Vocês brasileiros pagam o dobro pela gasolina, que ainda por cima é de má qualidade, que acabam com os motores dos carros, misturas para beneficiar os usineiros de álcool. Não dá pra entender, seu país é quase auto-suficiente em produção de petróleo (75% é produzido aí) e ainda sim tem preços tão elevados.
Aqui nos EUA defendemos com unhas e dentes o preço do combustível que está estabilizado a vários anos US$ 0,30 ou seja R$ 0,90. Obs: Gasolina pura, sem mistura.
E por falar em carro... Vocês brasileiros pagam R$ 40 mil por um carro que nós nos EUA pagamos R$ 20 mil. Vocês dão de presente para seu governo R$ 20 mil para gastar não se sabe com que e nem aonde, já que os serviços públicos no Brasil são um lixo perto dos serviços prestados pelo setor público nos EUA. Na Flórida, caros brasileiros, nós somos muito pobres; o governo estadual cobra apenas 2% de imposto sobre o valor agregado (equivalente ao ICMS no Brasil), e mais 4% de imposto federal, o que dá um total de 6%. No Brasil voces são muito ricos, já que afinal concordam em pagar 18% só de ICMS.
E já que falamos de impostos... Eu não entendo porque vocês alegam serem pobres, se, afinal, vocês não se importam em pagar, além desse absurdo ICMS, mais PIS, CONFINS, CPMF, ISS, IPTU, IR, ITR e outras dezenas de impostos, taxas e contribuições, em geral com efeito cascata, de imposto sobre imposto, e ainda assim fazem festa em estádios de futebol e nas passarelas de Carnaval. Sinal de que não se incomodam com esse confisco maligno que o governo promove, lhes tirando 4 meses por ano de seu suado trabalho.
De acordo com estudos realizados, um brasileiro trabalha 4 meses por ano somente para pagar a carga tributária de impostos diretos e indiretos.
Segue... Nós americanos lembramos que somos extremamente pobres, tanto que o governo isenta de pagar imposto de renda todos que ganham menos de US$ 3 mil dólares por mês (equivalente a R$ 9.300,00), enquanto aí no Brasil os assalariados devem viver muito bem, pois pagam imposto de renda todos que ganham a partir de R$ 1.200,00. Além disso, vocês tem desconto retido na fonte, ou seja, ainda antecipam o imposto para o governo, sem saber se vão ter renda até o final do ano. Aqui nos EUA nos declaramos o imposto de renda apenas no final do ano, e caso tenhamos tido renda, ai sim recolhemos o valor devido aos cofres públicos. Essa certeza nos bons resultados futuros torna o Brasil um país insuperável.
Aí no Brasil voces pagam escolas e livros para seus filhos, porque afinal, devem nadar em dinheiro, e aqui nos EUA, nós, pobres de país americano, como não temos toda essa fortuna, mandamos nossos filhos para as excelentes escolas públicas com livros gratuitos. Vocês, ricaços do Brasil, quando tomam no banco um empréstimo pessoal, pagam POR MÊS o que nos pobres americanos pagamos POR ANO.
E por falar em pagamentos... Caro amigo brasileiro, quando você me contou que pagou R$ 2,500.00 pelo seguro de seu carro, ai sim eu confirmei a minha tese:
Vocês são podres de rico!
Nós nunca poderíamos pagar tudo isso por um simples seguro de automóvel. Por meu carro grande e luxuoso, eu pago US$ 345,00. Quando você me disse que também paga R$ 1.700,00 de IPVA pelo seu carro, não tive mais dúvidas. Nós pagamos apenas US$ 15,00 de licenciamento anual, não importando qual tipo de veiculo seja. Afinal, quem é rico e quem é pobre ?
Aí no Brasil 20% da população economicamente ativa não trabalha. Aqui, não podemos nos dar ao luxo de sustentar além de 4% da população que está desempregada.
Não é mais rico quem pode sustentar mais gente que não trabalha?

Comentários:
Caro leitor, estou sem argumentos para contestar este ianque. Afinal, a moda nacional brasileira é a aparência. Cada vez mais vamos nos convencendo de que não é preciso ser, basta parecer ser. E, afinal, gastando muito, a gente aparenta ser rico. Realmente é difícil comparar esta grande nação chamada EUA que desde o seu descobrimento teve uma colonização de povoamento, com nosso país que foi colônia de exploração por mais de 300 anos, com nossas riquezas sendo enviadas para Portugal. E hoje ainda sofremos com essa exploração, só que dos próprios governantes que pilham e enviam nossas riquezas para suas contas bancárias em paraísos fiscais. E não fazemos nada para promover uma mudança radical de atitudes, conceitos e afirmação de nossa dignidade. Precisamos sair deste comodismo que estamos vivendo ou o sonho do País do futuro será apenas um ideal na boca dos demagogos que estão no poder.

Assina: Alexandre Garcia


Conclusão:
Não se trata de sermos um país rico, mas sim de uma República de BANANAS!
Passe adiante.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Smile


Depois de um bom tempo (bom mesmo) sem postar textos da lenda Charles Chaplin volto a postar... E aí vai...
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Sorria, embora seu coração esteja doendo
Sorria, mesmo que ele esteja partido
Quando há nuvens no céu,
Você conseguirá...
Se você sorrir
Com seu medo e tristeza
Sorria e talvez amanhã
Você descobrirá que a vida ainda vale a pena se você apenas... Sorrir
Ilumine sua face com alegria
Esconda todo rastro de tristeza
Embora uma lágrima possa estar tão próxima
Este é o momento que você tem que continuar tentando
Sorria, de que adianta chorar?
Você descobrirá que a vida ainda continua
Se você apenas... Sorrir
Se você sorrir
Com seu medo e tristeza
Sorria e talvez amanhã
Você verá que a vida continua
Se você apenas sorrir...
Este é o momento que você tem que continuar tentando
Sorria, de que adianta chorar?
Você descobrirá que a vida ainda continua
Se você apenas sorrir.

Charles Chaplin

domingo, 4 de dezembro de 2011

E se eu morresse, como seria?!


Só tenho vinte anos, não é idade de se morrer. Não, quero mais muitos anos. Vou fazer tanta falta para alguém. Vou deixar tanta coisa por fazer. Vinte é muito cedo: não posso morrer.

Um puxão no gatilho e já era. Um tropeção na bordinha. Atropelado na estrada, engasgado com osso de galinha, esfaqueado, acidentado, doente, traído... Tantas formas de morrer que me admiro ainda estar vivo.
Pensando bem, não sei meu prazo. Não me sinto pronto. Será que um dia me sentirei? Quem precisa estar pronto para morrer? Morrer é tão fácil - todos vamos morrer.
Aos dez na escola, aos vinte na faculdade, aos vinte e cinco no trabalho, aos vinte e sete casado, aos trinta com filhos, aos cinquenta e cinco aposentado, aos sessenta avô, aos oitenta descansando. Com noventa, lamentamos quem se for. Aos cem já é hora extra! Mais do que isso dá no jornal. Todas essas coisas da vida estão na história dos outros, não na minha. Não ainda. Todas as minhas aspirações, os sonhos, os planos, todos são cópias de vidas já vividas.
Não posso morrer.
E se eu morrer?
A morte será o fim de todas as coisas para mim: dos amigos e inimigos, dos doces e refrigerantes, dos videogames, dos amores, dos bichos e microbichos, das frustrações, das preocupações, das massas, das alegrias, dos sorvetes, das guerras e do handebol.
Ela vai me tirar tudo, vai mudar tudo para nada. Eu não posso, não quero morrer!
Sem a morte, resta a eternidade. Viver para sempre, poder sempre contar com o amanhã. E com o depois de amanhã. E com o depois de depois de amanhã. E saber que não importa quanto tempo passe, eu ainda mal comecei.
Com tempo ilimitado, posso fazer tudo. Posso conhecer todos os lugares, ler todos os livros, ver todos os filmes, jogar todos os jogos, praticar todos os esportes, pedir todos os sabores de pizza. Serei sábio, habilidoso, experiente.
Nenhum desafio me intimidará se não tiver a morte para encerrar minhas tentativas. As escolhas não serão importantes, eu vou ter tempo para viver todas as experiências.
Mas se as escolhas não são importantes, também não há satisfação em tomar a correta. Não há frustração em tomar a errada. Não haverão consequências que não possam ser revertidas. Em algum momento, nada será inédito, nada vai surpreender. Nada vai me desafiar, nada vai me entreter, nada vai me doer e nada vai me aliviar.
A vida dividida num tempo que corre infinito tende a zero. É simples como na matemática.
A eternidade é o único castigo do qual não poderíamos escapar. Só pensar nela já faz eu querer me matar.

Morte, conto com você.

domingo, 13 de novembro de 2011

Quando estou com você



Os dias vão passando, a sombra da janela vai mudando e eu não vejo, o café na xícara vai esfriando e eu não percebo. Eu pareço estar aqui, mas estou em você, me perdendo em pensamentos, vivendo sentimentos, dialogando meus monólogos, fazendo ensaios a você. É inevitável não dizer, todas as vezes em pensamento, que te amo, não consigo mais segurar essas palavras dentro de mim, e a cada dia mais me sufoco por prender essa palavras enquanto respiro você.  É o seu olhar, é o seu cheiro, a lembrança tão breve do seu gosto, do erro mais certo que poderia ter me acontecido, do medo de me ver entregue aos desejos teu. As mentiras que tentei me fazer me convencer, e a ti fiz acreditar, a covardia em negar. Mas eu não posso mais negar pra mim, muito menos pra você, quando eu te vejo, quando eu sinto que sou importante pra você, quantas vezes eu não consegui te falar o quanto eu gosto muito mais de mim quando estou com você. O quanto te necessito, o quanto inspira em mim a vontade de ser alguém melhor todos os dias, alguém a crescer, a entender o que significa viver, amar, e até a sofrer, a aprender o que preciso for para conquistar, sem temer, sem fraquejar, conquistar, e conquistar, e conquistar quantas vezes fossem possíveis, você.
Sou simplesmente quem eu mais gosto de ser, quando estou com você.  

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Te amo!



Te Amo
Te amo de uma maneira inexplicável
De uma forma inconfessável
De um modo contraditório
Te amo, com meus estados de ânimo que são muitos
E mudar de humor continuadamente
Pelo que você já sabe
O tempo
A vida
A morte
Te amo, com o mundo que não entendo
Com as pessoas que não compreendem
Com a ambivalência de minha alma
Com a incoerência dos meus atos
Com a fatalidade do destino
Com a conspiração do desejo
Com a ambiguidade dos fatos
Ainda quando digo que não te amo, te amo
Até quando te engano, não te engano
No fundo levo a cabo um plano
Para amar-te melhor.
Te amo, sem refletir, inconscientemente
Irresponsavelmente, espontaneamente
Involuntariamente, por instinto
Por impulso, irracionalmente
De fato não tenho argumentos lógicos
Nem sequer improvisados
Para fundamentar este amor que sinto por ti
Que surgiu misteriosamente do nada
Que não resolveu magicamente nada
E que milagrosamente, pouco a pouco, com pouco e nada,
Melhorou o pior de mim
Te amo
Te amo com um corpo que não pensa
Com um coração que não raciocina
Com uma cabeça que não coordena
Te amo incompreensivelmente
Sem perguntar-me porque te amo
Sem importar-me porque te amo
Sem questionar-me porque te amo
Te amo
Simplesmente porque te amo
Eu mesmo não sei porque TE AMO!
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Autor: Pablo Neruda

sábado, 29 de outubro de 2011

O que é o amor?



Esta foi uma pesquisa feita por profissionais de educação e psicologia com um grupo de crianças de 4 a 8 anos.

As crianças são sábias... veja as respostas...

Respostas:
"Amor é quando alguém te magoa, e você, mesmo muito magoado, não grita, porque sabe que isso fere seus sentimentos" - Mathew, 6 anos
"Quando minha avó pegou artrite, ela não podia se debruçar para pintar as unhas dos dedos do pé. Meu avô, desde então, pinta as unha para ela. Mesmo quando ele tem artrite" - Rebecca, 8 anos
"Eu sei que minha irmã mais velha me ama, porque ela me dá todas as suas roupas velhas e tem que sair para comprar outras" - Lauren, 4 anos
"Amor é como uma velhinha e um velhinho que ainda são muito amigos, mesmo conhecendo há muito tempo" - Tommy, 6 anos
"Quando alguém te ama, a forma de falar seu nome é diferente" - Billy, 4 anos
"Amor é quando você sai para comer e oferece suas batatinhas fritas, sem esperar que a outra pessoa te ofereça as batatinhas dela" - Chrissy, 6 anos
"Amor é quando minha mãe faz café para o meu pai e toma um gole antes, ara ter certeza que está do gosto dele" - Danny, 6 anos
"Amor é o que está com a gente no natal, quando você pára de abrir os presentes e o escuta" - Bobby, 5 anos
"Se você quer aprender a amar melhor, você deve começar com um amigo que você não gosta. - Nikka 6 anos
"Quando você fala para alguém algo ruim sobre você mesmo e sente medo que essa pessoa não venha a te amar por causa disso, aí você se surpreende, já que não só continuam te amando, como agora te amam mais ainda" - Samantha , 7 anos
"Há dois tipos de amor, o nosso amor e o amor de Deus, mas o amor de Deus junta os dois" - Jenny, 4 anos
"Amor é quando mamãe vê o papai suado e mal cheiroso e ainda fala que ele é mais bonito que o Robert Redford" - Chris, 8 anos
"Durante minha apresentação de piano, eu vi meu pai na plateia me acenando e sorrindo. Era a única pessoa fazendo isso e eu não sentia medo" - Cindy, 8 anos
"Não deveríamos dizer eu te amo a não ser quando realmente o sintamos. e se sentimos, então deveríamos expressá-lo muitas vezes. As pessoas esquecem de dizê-lo" - Jessica, 8 anos
"Amor é se abraçar, amor é se beijar, amor é dizer não" - Patty, 8 anos
"Amor é quando seu cachorro lambe sua cara, mesmo depois que você deixa ele sozinho o dia inteiro" - Mary Ann, 4 anos
"Deus poderia ter dito palavras mágicas para que os pregos caíssem do crucifixo, mas ele não disse isso. Isso é amor" - Max, 5 anos


Para que você possa viver o amor não é preciso procurar muito, ele está nas pequenas coisas... Apenas ame como criança, e será muito feliz.

domingo, 23 de outubro de 2011

Devaneio



Sabe aqueles dias em que dá tudo errado e mesmo você sabendo que vai dar errado você não consegue "consertar"?
Quando você sabe que está dando merda mas não tem controle sob a quantidade de merda que será jogada na sua cara?
Mesmo você fazendo o máximo possível pra não dar merda, mas mesmo assim o tal do Murphy age contra você?!
Quando você está cansado e triste e as pessoas ao seu lado nem percebem?!
Quando o mundo conspira pra foder com você e você não consegue fazer o contrário do que o mundo quer?!
É como se você corresse em direção oposta a que uma turbina rotaciona... Você não consegue chegar ao "caminho seguro", você no mínimo antes de chegar lá terá que passar por vários e vários percalços, "porque senão você não aprenderá nada com isso"... MENTIRA, a partir do momento que você já sabe que vai dar merda você já aprendeu a "lição", então pra quê isso virar uma bola de merda neve?
Sei lá, nem sei porque escrevo, talvez por falta do que fazer, por preguiça de sair do computador ou simplesmente por gostar. A vida é assim, nem sempre sabemos porque gostamos de algumas coisas ou pessoas, simplesmente gostamos. Nem sempre precisa saber o porquê de gostarmos de tal coisa, a única coisa que as pessoas precisam saber é que gostamos/amamos aquela coisa/aquela pessoa e PONTO.
Indireta?! Não sei, talvez sim... Talvez não... Só a cabecinha de quem tá lendo vai saber...
A vida é uma coisa estranha, passamos um tempo absurdo buscando uma coisa e quando conseguimos, fazemos uma coisa errada ou nem fazemos e fodemos tudo... Perder amigos com uma ação?! Já perdi... É triste, eu sei... Mas é a vida...
Não sei como vim parar nesse assunto, comecei a falar sobre uma coisa e to já falando sobre outra... Voltando ao assunto original...
Enfim, ultimamente quase nada tá dando certo, ando cansado ao extremo, não paro de trabalhar, mal tenho tempo pra viver, estou "deixando de lado" pessoas que não devem ser deixadas, pessoas que não gosto de deixar de lado, pessoas que não quero deixar de lado. Uma em especial, não quero, não gosto, não devo deixa-la de lado...
Ultimamente acho que devido ao cansaço tenho deixado todo mundo em segundo plano, não tow me relacionando/conversando/brincando/muitos "andos" com ninguém... Acho que me afastei de tudo e todos, não sei porquê.
Nunca sei nada, nunca consigo escrever nada descente, principalmente assim...
Vou parar de escrever esse texto agora já que nada, nada mesmo tá fazendo sentido nele...


Só pra terminar quero pedir desculpas as pessoas que nesses últimos dias estão precisando de mim e não estou conseguindo dar a atenção que quero/devo/gosto, desculpas mesmo...


Fim do Devaneio!

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Tempo, cadê você?!


Eu ando sem tempo. Dizem que tempo quando a gente quer a gente arranja. Mas não é simples como ir na venda de esquina "Ô Pedrão? Me vê uns 15 min aí, pra viagem?".
As pessoas discutem muito aquela questão "Tempo vs. Dinheiro". Dinheiro você ganha e perde - tempo você só perde. Se o seu dinheiro acaba (que merda) você pode trabalhar e ganhar outro dinheiro. Se o seu tempo acaba, "puf!", já era! No seu leito de morte, onde você vai arranjar mais tempo?
Você nasce com um tempo, mas você não sabe (ou não está determinado) quanto. Daí pra frente é só prejuízo: filas, banheiro, mulheres, internet, jogos, TV, tudo isso vai lhe custar tempo. Quando você tiver gasto todo seu tempo você morre!
Eu ultimamente passo/gasto muito tempo trabalhando. E para quê? Pra quem?! No fundo, como todo trabalhador, troco tempo por dinheiro. Mas meu tempo é muito mal pago, veja a cotação:
- Dinheiro: vale um real se você for novo, um cruzeiro se você for velho, um dólar se você for gringo, um milhão se você for rico.
- Tempo: como todas as coisas da propaganda do MasterCard, não tem preço!
Aproveite a vida, alguns dizem, aproveite o momento e blá, blá, blá. O fato nú e crú é que se você não se esfolar (trabalhando) você não vai conseguir gozar (a vida). Pelo menos não por muito tempo.
Então é isso - nascemos com tempo contado, em contagem regressiva e irrecuperável como aquela moeda que cai no vão do elevador. Podemos gastar todo ele gozando? Não! Precisamos gastar grande quantidade de seu precioso valor com coisas que nos estragam pra conseguir uma esmola de recompensa. Uma hora de merda pra 5 segundos de chocolate.

Êta mundo justo!

Deixa eu dormir, que é o que faço de melhor com meu tempo. Afinal, na terra dos meus sonhos, sou amigo do rei!

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Grandes lendas da SNES



Se há uma característica marcante da raça humana, além da nossa habilidade natural de não se dar bem uns com os outros, é o dom da criatividade. Duvido muito que um ser de outro mundo fosse capaz de escrever peças de teatro, compôr músicas que ficam presas nas nossas cabeças meses após termos ouvido-as pela primeira vez, ou descobrir como equilibrar um salário mínimo até o fim do mês que vem.
E a humanidade mostrou essa criatividade ao longo de sua (relativa) breve existência nesse planeta. Os nossos ancestrais primordiais combinaram pedras afiadas, cipós e paus e inventaram ferramentas que os permitiram pela primeira vez quebrar as cabeças de seus semelhantes. Os homens mesopotâmicos criaram um Deus que até hoje faz com que gente dê dez porcento do que ganha a líderes de igrejas. Nos tempos mais modernos, o homem misturou pólvora e ferro e criou as armas de fogo, excelentes ferramentas para acabar com discussões. Mais recentemente, o homem uniu computadores através de cabos e protocolos de comunicação e descobriu uma forma revolucionária de receber pornografia de graça em casa. Não precisa ser um gênio pra perceber que a criatividade humana foi a ferramenta que nos permitiu ser algo além de macacos jogando merda uns nos outros.
Criatividade é um privilégio de qualidade divina. Vemos-na em muitos locais, e ela é sempre recompensada onde é encontrada. Porém, não há um grupo mais criativo neste universo do que os jogadores de videogame. Por um motivo simples.
Basta entregar um jogo qualquer na mão de um moleque de 11-13 anos, em menos de uma hora ele jurará que existem ao menos 3 vezes mais fases do que realmente há no jogo.
Deixa eu explicar melhor.
Todas as pessoas que tem mais ou menos a minha faixa etária, ou seja, que cresceram e amaram os mesmos jogos eletrônicos que eu, devem conhecer estas fábulas a que me refiro. Promessas de segredos escondidos, profecias sobre mundos nunca antes explorados, lendas de mistérios que esperavam por você.
Parece muito importante, a despeito do fato de que na verdade não era nem um pouco. Estou falando aqui daquilo que aconteceu com todos aqui, em algum momento de suas vidas, se você possuiu um videogame: seu primo/amigo de sala/vizinho chegava pra você e contava algo sobre alguma área secreta em um jogo qualquer, e a partir daí você deixava de ser um mero jogador de videogame, mas se tornava um verdadeiro desbravador.
Todos aqui tiveram experiências do tipo, de ter ouvido sobre uma suposta fase secreta/item escondido/personagem oculto no seu jogo preferido. Tais mistérios eram confessados por um moleque cujo primo tem um amigo que pegou uma revista americana emprestada do vizinho, e que a tal revista explicava todos os passos de como atingir o Eldorado eletrônico.
E nós, claro, caíamos como patinhos. Toda vez. E passávamos boa parte de nossas infâncias procurando os tais locais misteriosos.
E é disso que esse post fala: das lendas mentirosas e dos sonhos destruídos quando descobríamos que não havia área secretíssima porra nenhuma. Algumas vezes a verdade era mais cruel; o amigo do primo do irmão do menino da escola nem existia!
A Fase na Nuvem
Essa aí esteve nos meus sonhos e pesadelos por quase 5 anos, eu já venerava Super Mario World. Dedicava todo meu tempo livre para jogar-lo. Então. Um belo dia, eu e um vizinho discutíamos sobre quem havia aberto mais fases no jogo. Falei, orgulhoso, que tinha quase todas as 97 fases destravadas no meu cartucho de Mario. O garoto soltou, com um ar de desdém, que duvidava que eu tivesse aberto a “fase na nuvem”. Perguntei, intrigado, “que fase é essa?”. Ele tomou o controle da minha mão e levou meu Mario pixelizado até o segundo mundo, você pode ver na imagem aí em cima. Tá vendo essa nuvenzinha no meio do oceano? Então. O cara jurava que tinha uma fase aí. É desnecessário dizer que eu passei boa parte da minha infância em Donut Plains, o segundo mundo de Mario, tentando achar a passagem que me levaria pra Fase na Nuvem.
A banheira do Honda
Lendas videogamísticas (sei que essa palavra NÃO existe) envolvendo partes do cenário que são supostamente interativas com o jogador são mais numerosas que a quantidade de leitores que não me dão esmolinhas (nenhum), mas a Banheira do Honda era a mais proeminente. Eu particularmente prefiria Mortal Kombat, mas como vocês já devem saber, as lendas dos jogos não se limitam aos grupos que têm afinidado com os tais jogos. Supostamente, havia uma combinação secreta que, se executada corretamente, no tempo certinho, permitia ao Honda pular dentro da banheira no fundo do cenário e lavar a bunda, ou algo do tipo. Vale lembrar nesse ponto que as lendas tinham muitas micro-variações, mas a idéia principal era sempre a mesma. Um dia, peguei Street Fighter emprestado de um amigo da escola, só pra ver se o negócio era verdade – a lenda tinha feito mais uma vítima. Imagino que pelo menos uns cinquenta mil controles de SNES foram destruídos por jogadores frustrados ao perceber que a banheira do Honda era tão inacessível pro avantajado lutador de sumô como portas, corredores e outras passagens estreitas.
A Triforce
Tenho certeza que quando leram os primeiros parágrafos do post, muitos se perguntaram se eu ia falar sobre a lendária Triforce em Zelda The Ocarina of Time. Não é pra menos; a lenda da Triforce era mais notória que Jebus, o doente mental que passa o dia inteiro lá no centro da cidade gritando contra semáforos e pedras. De longe a lenda mais bem trabalhada, a história da Triforce envolvia até mesmo, pasmem, a suposta participação da própria Nintendo! A lenda, ou ao menos a variação que ouvi, era a seguinte: um programador que trabalhou na equipe de de produção de Ocarina of Time fez, sozinho, um JOGO INTEIRO e escondeu o tal jogo, ou ao menos a passagem para ele, num artefato conhecido por gamers no mundo inteiro como Triforce. O tal programador teria morrido (e o contador da lenda sempre enfatizava o drama do cara, dando-o pestilências como hemorróidas cancerígenas ou tuberculepra leucêmica, porque afinal de contas todos tínhamos 11-14 anos e nomes complicados davam credibilidade à história) e o segredo do jogo escondido foi levado junto pra cova. A Nintendo ouviu o boato sobre o tal jogo secreto, e queria descobrir onde ele se escondia, para poder aproveitar e honrar o trabalho do programador, lançando o jogo no mercado. Obviamente a Nintendo não ia fazer algo inteligente, barato e rápido como, digamos, abrir o código fonte do jogo e localizar a anomalia. Não, não. Ao invés disso, a empresa resolveu pagar CINQUENTA MIL DÓLARES pra qualquer jogador que encontrasse a Triforce, tirasse uma foto da tela da TV e mandasse pra eles.
Essa lenda afetou a vida de muita gente. Amigos antes felizes e sorridentes viraram nada além de uma sombra do que eram antes, de tão obcecados estavam em encontrar a tal Triforce e filar os cinquenta mil paus. Tinha neguinho fazendo até planos pro dinheiro, e não tou inventando. Era uma parada semi-deprimente (não totalmente deprimente porque, em retrospecto, os caras eram otários mesmo e mereciam sofrer pela ingenuidade).
Quando Majora’s Mask, a continuação de Ocarina of Time, foi lançado, a lenda morreu. Os boateiros de plantão ainda lançaram mão de uma última tentativa de manter a saga viva, ou seja, deram uma espécie de patch na lorota: eis que de repente, “descobre-se” o sobrenome do tal programador morto era justamente MAJORA, e que o novo jogo era exatamente o mundo secreto atrás da Triforce! Como se pode ver, o engodo é realmente notável. A Lenda da Triforce foi a única mentira que conheço que passou até por update.
O Combo de 99 hits do Subzero
Esse não podia faltar, pois foi uma das lendas que mais ouvi na época gloriosa do SNES. Muitos clamavam ter alcançado o tal combo, outros diziam ter testemunhado a tal sequência, e um número equivalente alegava ter parentes que conseguiram acertar a combinação que fazia o Subzero desferir exatas noventa e nove porradas no seu inimigo. O combo de 99 hits virou uma espécie de nirvana dos videogames, um estado de espírito que apenas os mais iluminados poderiam alcançar. Até o grupo dos Grandes Mestres do MK (que era composto de malucos mais ou menos um ano mais velhos que o resto da turma e que dominavam técnicas milenares dos jogos de luta como cobrir o controle com a camisa pra facilitar o desenvolvimento dos golpes) foi pego de surpresa com o boato. Alisson, o líder não-oficial daquela "gangue" de pré-adolescentes que controlava as partidas de Mortal Kombat com punhos de ferro, foi um dos primeiros a comprar a briga contra a lenda. O moleque passou MESES jogando MK3, e após muito tempo sem notícias sobre ter conseguido ou não o tal combo, foi obrigado a inventar as próprias mentiras. Segundo ele, uma vez ele QUASE conseguiu, mas faltou energia na hora H. Quando essa lorota se tornou velha, ele passou a alegar que tinha conseguido, e que tinha dado pause no jogo (usando um cheat code que permitia pausar partidas de MK3, o que realmente existe) mas aí a mãe dele não deixou ele sair de casa pra dar as boas novas pros amigos. Como ele tava com medo de deixar o videogame ligado por muito tempo e assim foder o aparelho, acabou desligando-o.
Eu tenho minhas suspeitas a respeito dessa lenda. Imagino que alguém tenha visto Killer Instinct pela primeira vez e achado que se tratava de um outro jogo como, digamos, uma versão nova de MK (a confusão entre jogos era um fenômeno muito comum). Havia um personagem em KI, o Cinder, que quando era azul parecia ser feito inteiramente de gelo. Alguém viu o jogo de luta, o personagem de gelo e aqueles combos brutais que eram o carro chefe de Killer Instinct, e pronto. Surgiu uma lenda que, se minha teoria está correta, foi mais um engano do que uma mentira proposital.
Da forma que vejo, as lendas dos videogames não são muito diferentes das lendas sobre montros marinhos, quedas d’água no fim do mundo e muitas outras histórias similares que eram senso comum em séculos passados. Assim como os primeiros navegadores, os jogadores de videogame estão diante de um mundo (ainda que virtual) praticamente inexplorado. Superstição, ignorância e imaginação são os responsáveis para que os exploradores preencham as lacunas desconhecidas com invenções próprias. Hoje, com o advento da informação (no caso, os sites especializados que podem rapidamente confirmar ou omitir tais segredos em jogos), as lendas deram lugar ao conhecimento quase pleno.
A humanidade pode ter demorado pra descobrir que um navio não cairá num abismo sem fim ao se aproximar do “fim do mundo”, mas eu demorei mais ainda pra finalmente abrir mão do sonho de jogar numa fase nas nuvens.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Fim de dia



Quando o céu fica cor de laranja... e as nuvens parecem desenhos em 3d no numa tela de fundo amarelo alaranjado...

Quando o sol decide que é hora de partir... E afunda no mar... Eu imagino que nunca serei capaz de ver momento mais bonito ou mais triste...
E em qualquer lugar do mundo, todos sabem que esse é o fim de mais um dia.
E que com o sol afundam todas as obrigações e deveres de mais um dia cansativo.
Apenas mais um dia!
E mais algumas pessoas se foram... Mais algumas pessoas vieram...
E quantos sonhos destruídos em mais um dia?
E quantos corações deixados ao nada?
Quantas oportunidades perdidas?
Quantos sorrisos que nunca mais irão se abrir?
Quantos desejos deixados para trás?
Quantas pipas perdidas?
Quanto tempo perdido em objetivos que talvez nunca se realizarão?
Quanto suor derramado? Quantas mãos desatadas?
Quanta fome? Quanta saudade? Quanto medo? Quanto frio? Quanta mesquinharia?
Hipocrisia? Mediocridade? Maldade? Desprezo? Tristeza? Desespero? Agonia? Dor?
Sofrimento? Quantas lágrimas?

E quanta consciência de que o dia seguinte será ainda pior!
E de que o consolo de tudo isso só existe;
De que tudo isso só vale a pena;
De que tudo isso só é real ... por amor!
E pelas pessoas a quem amamos!
Nada mais faria um mundo tão banal... De realidades tão mesquinhas
De verdades tão dolorosas
De ideais tão insanos valer a pena!
Nada, além de Amor!
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Texto retirado do blog More Than Words.
Autoria de Carol Alves.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Significado das siglas do "Internetês"



Olá galerinha do mal, desculpas tanto tempo sem postar nada, é que não tava com muito saco pra postar nada... Mas aí vai. Passar tantas e tantas horas na internet rodando por todos os sites possíveis ajuda você em alguma coisa, uma delas é aprender o significado de muitas e muitas siglas que vieram dos chats e sites americanos para o Brasil, e resolvi fazer uma espécie de mini dicionário das siglas do "Internetês". E o resultado foi esse:

WTF? - Significa "What the fuck?" que em português é como se fosse "Que porra é essa". Ainda tem algumas variações, como WTH? é "What the hell?".

Owned - Aproxima-se de algo como "Humilhado".
Pwned - A mesma coisa que o de cima, porém com mais impacto.
LOL - "Laughing Out Loud" ou "Lot of Laughing" (Rindo Muito, Rindo Alto, etc). O "LOL" tem vários derivados como lulz, lolz, lololol, etc
Lvl - Level. Normalmente usado referente a jogos de RPG (Online ou não), ou referências semelhantes que incluam piadas e trocadilhos. Por exemplo: Após o "Owned" outra pessoa pode adicionar um " Lvl up+"
LMAO - "Laughing My Ass Off" (semelhante a uma expressão popular brasileira que inclui um palavrão: "Rindo até o cú fazer bico". Ou mesmo coisa como "Me cagando de tanto rir".)
Fail - "Falha". Normalmente é usado, obviamente, quando alguém diz ou faz algo errado, ou quando pensa estar "ownando" e não está. Uma piada frequente quanto ao FAIL é uma segunda pessoa dizer em baixo "Double Fail". Ou modificar a frase "F.u.c.k.i.n.g Awesome" para "F.u.c.k.i.n.g Failsome"
SHOCKED - "Chocado", quando alguém diz algo inacreditável (ou faz alguma coisa extremamente idiota ao ponto do inacreditável.)
Up - "Subir". Não faz parte do "lvl up", pois não? lolz
Brinks - Isso já é internetês-brasileiro-made-of-fail, forma de escrever "Brincadeira", normalmente para identificar em brincadeiras de mau gosto que não estás a ser sério.
Rulez - É o mesmo que "Melhor", "Melhor de Todos", por exemplo: "Fulano Rulez", daria o mesmo que "Ele é o melhor".
-q, -n, -t, -s - Ao contrário do que muitos pensam, nenhum deles significa "não"/"sim"/"talvez" ou o que quer que for. Usados no final da frase indicam uma certa ironia. Às vezes usado como risadas ironicas e coisas relativas.
FikDik - "fica a dica", usado no final quando se dá uma dica irônica do que fazer para uma pessoa. Por exemplo, supondo que alguém desesperado faça um post dizendo toda a sua frustação com a vida e o que quer que for; outra pessoa, ao querer ser ironica/rir-se, diz "Se mata então /fikdik".
W00F- Semelhante a um "latido" como forma de indicar exclamação.
AFK - "Away From Keyboard" (Ausente do Teclado), é o mesmo que dizer que a pessoa pode estar com o pc ligado, mas não está na frente dele.
Noffa - Um som nasal de "aff"
OMG - "Oh My God" que é "Oh, Meu Deus", existem outras variações como "OMFG" que é "Oh my fucking God", apesar do palavrão, é mesmo para intensificar. ou ZOMG, O "Z"não tem significado, é apenas para intensificar.
Random - Literalmente significa "miscelânia" ou "aleatório", di-se random pessoas que falam coisas sem sentido fora do assunto original, seja com que intenções forem.
Aw! - Pode simbolizar um ar de tristeza/melancolia, ou usado como onomatopéia da expressão de quando se vê algo demasiado fofo (as in, "AAAAAWWWWW")
Uhules - Variação de "Uhul", onomatopéia que indica comemoração
Isso tá OFF - "Desligado", referente também a algo no pc não funcionar. Ou a pessoa estar por fora de algum assunto. Ou até mesmo, um comentário por fora do assunto em que está sendo dito.
Imma - pode ser tanto uma forma internetesca de dizer "I am" (Eu sou) ou derivado de IMO (In My Opinion), "em minha opinião".
Cause - Vem de "Because" (Por causa de..), esse tipoo de abreviação também é muito usado em músicas.
Kinda - Vem de "Kind" (Tipo/Tipo assim/Tipo que...)

Posso adicionar outros que são também bastante usados:
AKA - "Also known as" (também conhecido por...)
BRB - Be Right Back (Já volto)
Dunno - abreviação de "I do not know" (eu não sei)
BTW - By The Way (Em todo caso,)
FTW - "For The Win" ou "Fucking The World", ambos têm um significado semelhante a "Rulez".
ROTFL ou ROFL - "Rolling On The Floor Laughing" (Rolando pelo chão rindo).

Enfim, tem muito mais siglas, mas se eu continuar com isso ficará MUITO extenso, então fico por aqui depois se der coragem postarei mais desse... #Fuiz

    quinta-feira, 1 de setembro de 2011

    Por onde andam os atores de "O mundo de Beakman's"?


    O que é Mundo de BeakMan's?

    O Mundo de Beakman foi uma série de TV educativa estrelada pelo ator norte-americano Paul Zaloom no papel do Professor Beakman. No programa Beakman lia cartas de "telespectadores" fictícios, o que era o gancho para a realização de experiências (que ensinava como reproduzi-las em casa) e a abordagem divertida de conceitos científicos. Ocasionalmente interpretava cientistas já falecidos, como Albert Einstein, Isaac Newton, Bernoulli, Alexander Graham Bell e Benjamin Franklin. Tratava-se de um programa de ciências, e a primeira vista parece meio estranho, com cenários coloridos, efeitos sonoros e muitas experiências visuais. Mas não é estritamente um programa infantil, ao invés disso, é uma avançada experiência em termos de informação.
    O Mundo de Beakman é uma grande revolução no modo de fazer programas científicos, e até mesmo programas infantis. Digamos que é o programa infantil mais adulto da TV.
    O Professor Beakman era acompanhado pelo seu rato de laborátorio Lester (Mark Ritts) e de assistentes como Josie (Alana Ubach), Liza (Eliza Schneider) e Phoebe (Senta Moses), que mudaram ao longo da série, e por vezes alguns apresentados pelo próprio Beakman, como Art Burns, Meekman (o irmão de Beakman), O Homem Equilíbrio, Vlavaav, e o Professor Chatoff. Muito popular por tornar a ciência divertida, a série foi transmitida no Brasil pela TV Cultura entre 1995 e 1996, com uma breve passagem pela Rede Record, no programa Agente G, em 1997. Também foi exibido pelo canal Cl@se de 2000 a 2005.


                                                             A tradicional abertura do programa

     


    E o Atores por onde andam?!

    Paul Zaloom (BeakMan's)


    Nascido em 14 de dezembro de 1951 (59 anos)
    Atualmente morando na Califórnia, em West Hollywood, bem no meio da cidade foi casado duas vezes e teve uma filha, a Amanda, hoje com 28 anos.Ja é avô, netas Mabel, de 6 anos, e Sadie, de três e meio,e esta com exatamente 59 anos e o mais surpreendente atualmente ele é gay, ele como todo bom ator não para de trabalhar atualmente ele se apresenta, ao vivo, em vários shows. O atual é chamado “Beakman on the Brain” (Beakman no Cérebro), estreou dia 28/01, no Califórnia Institute of Technology, CalTECH. Ele tem uma hora de duração e fala sobre o cérebro humano. Há bastante interação com a platéia e muito uso de bonecos.. .
    Quer saber mais sobre ele? Veja a entrevista que ele deu a esse ano para a Abril.
    Mark Ritts (Lester o Rato)

    Nascido em 16 de junho de 1946 - falecido em 7 de dezembro de 2009 (63 anos)
    Mark Ritts nasceu em West Chester, Pensilvânia em 1946 e infelizmente morreu no dia 7 de dezembro de 2009 por causa de um câncer de rim ao seu 63 anos de idade, graduado pela Universidade de Harvard, trabalhou em diversos programas de televisão como marionetista e ator. Ritts também forneceu sua voz para a personagem do filme Gianciotto (Inferno de Dante). Em 2003, escreveu um livro chamado Mom, I Hate You,(Mãe, eu te odeio) sobre as relações entre pais e filhos. Em 2005, produziu um vídeo para um DVD chamado rejeitará para Catalina sobre visitar Catalina Island (sul da Califórnia) com o próprio barco. Em 2007 ele publicou um outro DVD chamado Cast Off para o México.
    Ritts trabalhou de forma independente através de sua companhia de produção, Mark Ritts Productions Inc. 

    Alanna Ubach (Rosie - 1ª temporada)


    Alanna Noel Ubach Nascida em 3 de outubro de 1975 (36 anos)
    Ela é uma atriz e modelo ela só participou da na primeira temporada do programa,Participou posteriormente de filmes como Entrando numa fria e Mudança de Habito 2, protagonizado por Ben Stiller, em papéis secundários.
    Ela fez muito mais filmes mais se for falar um por um eu fico aqui até amanhã, então acesse:
    Link: http://pt.wikipedia.org/wiki/Alanna_Ubach para saber sobre os demais filmes que ela estreou.

    Eliza Schneider (Liza - 2ª  e 3ª Temporada)

    Nascida em 3 de fevereiro de 1978 (33 anos)
    Depois de "O mundo de Beakman's" participou de vários filmes em papéis secundários e dublou vários personagens na série South Park, dentre elas a Senhora Cartman e Wendy Testaburger. Atualmente participando de peças de teatros...

                                         Senta Moses (Phoebe - 4ª Temporada)

    Nascida em 8 de agosto de 1973 (38 anos)
    Moses foi pro show business sos 6 meses de idade com um comercial de fraldas, que ela se refere como "constrangedora". Ela já apareceu em mais de 100 comerciais nacionais.
    Na idade de sete anos, ela conseguiu o papel de "Molly" no Turismo Companhia Nacional de Annie, aparecendo em 487 apresentações. Ao perseguir o seu diploma de ensino médio na Academia de Artes de Chicago, ela estreou em Home Alone ou traduzindo, o famoso (Esqueceram de mim) para nós brasileiros e também em sua continuação, Esqueceram de mim 2.
     


    segunda-feira, 29 de agosto de 2011

    Alegria compartilhada - Crítica


    Alegria compartilhada é alegria redobrada. Tendo este pensamento em mente a banda carioca Forfun lança seu 3º album oficial, com divulgação feita no Twitter e no site da banda, o cd foi lançado oficialmente no dia 27/4/2011 às 21:00 hrs e disponibilizado para download no próprio site e às 23:00 já totalizava mais de 270 mil downloads.

    Alegria compartilhada segue a linha do trabalho anterior da banda intitulado de Polisenso. A Forfun deixou de lado o pop punk do início para dar vida a um novo som mais maduro, mais crítico com influências claras de reggae, dub e rock progressivo.

    Este novo álbum conta com produção de Ganjaman, e participações especiais de Black alien (ex-planet hemp), Guto Bocão (mestre da bateria da Vai-Vai) e muitos outros nomes que dão o toque especial e fazem de Alegria compartilhada um álbum único, do qual ao ouvir pela 1ª vez já nos identificamos e parece já conhecer a um bom tempo.

    As musicas do alegria compartilhada, difetente das de Polisenso, não visam tanto a crítica social, mas sim a busca pelo encontro com o eu interior e da espiritualidade, neste novo álbum temas pouco abortado antes pela banda como o amor também tem espaço em musicas como "minha jóia", uma velha conhecida do público, "morada", ganhou uma nova versão, e os mais atentos notaram que até mesmo a letra sofreu uma sutil mudança.

    Ao meu ver Alegria compartilhada, é o melhor trabalho já feito pela Forfun. Vale a pena ser ouvido pela paz que as músicas nos transmite, e o instrumental esta super afinado e eles estão escrevendo muito!

    Download do álbum Alegria Compartilhada é só clicar aqui!

    sexta-feira, 26 de agosto de 2011

    Rapidinhas - O início


    Hoje começarei uma série chamada Rapidinhas, que consitirá em eu escrever (oooohhhh... novidade) mini textos sobre qualquer merda coisa, posso falar sobre sexo, amor, humor, se bem que tudo isso tem relação umas com as outras.
    "Ah David, por que você vai fazer isso?" Por pura PREGUIÇA. É sério, ultimamente ando meio preguiçoso pra escrever e pensar (isso mesmo, PENSAR), antes conseguia escrever muito, muito mesmo, achava bem mais fácil. Escrevia sobre coisas que já nem tenho mais a mínima vontade de escrever, por exemplo politica que é um assunto muito chato e religião que é um assunto que penso em parar de falar/escrever, porque quando falo desse ultimo assunto pessoas criam uma certa raiva (lê-se ódio) por mim.
    Enfim, começarei à mão para depois passar para o blog, porque se eu começo a escrever no pc eu paro de escrever no meio do texto e vou fazer outras coisas mais importantes, por exemplo jogar e daí perco o raciocínio do texto e apago ele todo.
    Já perdi as contas de quantos textos ótimos já deixei de terminar por distrações. Isso é muito chato!
    Como esse é só um aviso pra vocês então não quero me estender muito.
    Enfim (again), os mini textos terão entre 5 e 15 linhas.
    Espero que dê certo! (tomara que dê)
    Tchau e até outra hora. Vou ali voltar a escrever.

    sexta-feira, 19 de agosto de 2011

    O Principe e a Raposa


    E foi então que apareceu a raposa:
    - Bom dia, disse a raposa.
    - Bom dia,  respondeu polidamente o principezinho,  que se voltou,  mas não viu
    nada.
    Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira...
    - Quem és tu? perguntou o principezinho. Tu és bem bonita...
    - Sou uma raposa, disse a raposa
    - Vem brincar comigo, propôs o principezinho. Estou tão triste
    - Eu não posso brincar contigo, disse a raposa. Não me cativaram ainda.
    - Ah! desculpa, disse o principezinho.
    Após uma reflexão, acrescentou:
    - Que quer dizer "cativar"?
    - Tu não és daqui, disse a raposa. Que procuras?
    - Procuro os homens, disse o principezinho - Que quer dizer "cativar"?
    - Os homens, disse a raposa, têm fuzis e caçam. É bem incômodo! Criam galinhas
    também. É a única coisa interessante que eles fazem - Tu procuras galinhas?
    - Não, disse o principezinho. Eu procuro amigos. Que quer dizer "cativar"?
    - É uma coisa muito esquecida, disse a raposa. Significa "criar laços.
    - Criar laços?
    Exatamente,   disse   a   raposa.   Tu   não   és   ainda   para   mim  senão   um  garoto
    inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não
    tens também necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil
    outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para
    mim o único no mundo. E eu serei para ti única no mundo...
    Começo a compreender, disse o principezinho.
    Existe uma flor. . . eu creio que ela me cativou ...
    É possível, disse a raposa. Vê-se tanta coisa na Terra ...
    - Oh! não foi na Terra, disse o principezinho.
    A raposa pareceu intrigada:
    - Num outro planeta?
    - Sim.
    - Há caçadores nesse planeta?
    - Não.
    - Que bom ! E galinhas?
    - Também não.
    - Nada é perfeito, suspirou a raposa. Mas a raposa voltou à sua idéia.
    - Minha vida é monótona. Eu caço as galinhas e os homens me caçam. Todas as
    galinhas se parecem e todos os homens se parecem também. E por isso eu me aborreço
    um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um
    barulho  de  passos   que   será   diferente  dos   outros.  Os   outros  passos  me   fazem  entrar
    debaixo da terra.
    O teu me chamará para fora da toca, como se fosse música. E depois, olha! Vês, lá
    longe, os campos de trigo?
    Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram
    coisa alguma.  E  isso é  triste Mas  tu  tens cabelos cor de ouro.  Então será maravilhoso
    quando me tiveres cativado. O trigo, que é dourado, fará lembrar-me de ti. E eu amarei o
    barulho do vento no trigo ...
    A raposa calou-se e considerou por muito tempo o príncipe:
    - Por favor... cativa-me disse ela.
    -  Bem  quisera,   disse  o  principezinho,  mas   eu  não  tenho muito  tempo.  Tenho
    amigos a descobrir e muitas coisas a conhecer.
    - A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não
    têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como
    não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos, Se tu queres um amigo,
    cativa-me!
    Que é preciso fazer? perguntou o principezinho.
    É preciso ser paciente, respondeu a raposa. Tu te sentarás primeiro um pouco longe
    de mim,  assim,  na  relva.  Eu  te olharei  com o canto do olho e  tu não dirás nada.  A
    linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas, cada dia, te sentarás mais perto ...
    No dia seguinte o principezinho voltou.
    - Teria sido melhor voltares à mesma hora, disse a raposa. Se tu vens, por exemplo,
    às   quatro   da   tarde,   desde   as   três   eu   começarei   a   ser   feliz.  Quanto  mais   a  hora   for
    chegando,  mais eu me sentirei  feliz.  Às quatro horas,  então,  estarei  inquieta e agitada:
    descobrirei o preço da felicidade! Mas se tu vens a qualquer momento, nunca saberei a
    hora de preparar o coração ... É preciso ritos.
    - Que é um rito? perguntou o principezinho.
    - É uma coisa muito esquecida também, disse a raposa, É o que faz com que um
    dia seja diferente dos outros dias; uma hora,  das outras horas.  Os meus caçadores,  por
    exemplo, possuem um rito. Dançam na quinta-feira com as moças da aldeia. A quinta-
    feira então é o dia maravilhoso!
    Vou passear até a vinha. Se os caçadores dançassem qualquer dia, os dias seriam
    todos iguais, e eu não teria férias ! Assim o principezinho cativou a raposa. Mas, quando chegou a hora da partida, a
    raposa disse:
    - Ah ! Eu vou chorar.
    - A culpa é tua, disse o principezinho, eu não te queria fazer mal; mas tu quiseste
    que eu te cativasse ...
    - Quis, disse a raposa.
    - Mas tu vais chorar ! disse o principezinho.
    - Vou, disse a raposa.
    - Então, não sais lucrando nada !
    - Eu lucro, disse a raposa, por causa da cor do trigo.
    Depois ela acrescentou:
    - Vai rever as rosas. Tu compreenderás que a tua é a única no mundo. Tu voltarás
    para me dizer adeus, e eu te farei presente de um segredo.
    Foi o principezinho rever as rosas:
    -  Vós   não   sois   absolutamente   iguais   à  minha   rosa,   vós   não   sois   nada   ainda.
    Ninguém ainda vos cativou, nem cativastes a ninguém. Sois como era a minha raposa. Era
    uma raposa igual a cem mil outras. Mas eu fiz dela um amigo.
    Ela é agora única no mundo.
    E as rosas estavam desapontadas.
    - Sois belas, mas vazias, disse ele ainda. Não se pode morrer por vós. Minha rosa,
    sem dúvida  um  transeunte  qualquer  pensaria  que   se parece  convosco.  Ela   sozinha  é,
    porém, mais importante que vós todas, pois foi a ela que eu reguei. Foi a ela que pus sob a
    redoma. Foi a ela que abriguei com o pára-vento. Foi dela que eu matei as larvas (exceto
    duas ou três por causa das borboletas). Foi a ela que eu escutei queixar-se ou gabar-se, ou
    mesmo calar-se algumas vezes. É a minha rosa.
    E voltou, então, à raposa:
    - Adeus, disse ele...
    - Adeus, disse a raposa. Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o
    coração. O essencial é invisível para os olhos.
    - O essencial é invisível para os olhos, repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
    - Foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez tua rosa tão importante.
    - Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa... repetiu o principezinho, a fim de se
    lembrar.
    -  Os   homens   esqueceram  essa   verdade,   disse   a   raposa.  Mas   tu   não   a   deves
    esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu és responsável
    pela rosa...
    -  Eu  sou  responsável   pela  minha   rosa...   repetiu  o  principezinho,   a   fim  de   se
    lembrar.
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    P.S.: Texto retirado do livro O Pequeno Príncipe de Antoine de Saint-Exupery.